sexta-feira, 7 de setembro de 2007



E se nos comentários abaixo há "choradinhos" de precedências e éticas e de outras mariconices similares lembro aqui o ex-capitão do bairro vizinho.

Ou por outra, nos tempos quando os ciganos vinham era o dono da bola de cautchumbo que ficava sem ela. Queque ...


Vivemos, e também nos Olivais, tempos pós-Bosman. Velhos "amores à camisola" chauvinistas, escravocratas "leis do passe" são, e felizmente, coisas do passado. Uma era de mais liberdade, este agora nosso. Mas, exactamente por isso mesmo, de valorização do que é nosso, do ser.

Uma nova época, novos reforços estão aí. No Olivesaria a única coisa que podemos prometer é muito trabalho no blogar. E fazê-lo com muita tranquilidade. Segurem os lenços brancos e as maledicências. E assegurem o vosso lugar.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

a minha 1ª receita ....




.... encontre lugar e tente entrar e sair sem riscar a vizinhança! Abrir a porta com cuidado também ajuda ! Já não há estacionamentos como nos velhos Olivais !!!

LIMPA-METAIS


Ferver 4,4 l de água com 15 g de sabão. Deixar arrefecer até 50º a 40º e juntar 8 dl de ácido oleico, 15 g de benzeno e 3 dl de alcool. Agitar e acrescentar 4 dl de amoníaco, 80 g de terra de infusório e 200 g de carbonato básico de chumbo ou subnitrato de bismuto. Mexer até eliminar os grumos.




fotobill




Vigorosas e Poderosas

quick tour around ....

.... e já percebi que a tarefa não é para meninos ! Andei pelo blog, tipo como um passeio desde a policlinica até à piscina, passando pelo Pão de Açucar e quase me perdi, o que se bem me lembro não era actividade saudável naquela nossa terra .
De qualquer modo tenho de analisar bem o espirito da coisa, de modo a não ser corrido deste espaço por fraca blogação .
Assim rogo aos actuais autores e presentes leitores, um pouco de calma e paciência para trazer em espirito de letra parte daquele tempo que pegou em nós meninos bebés e nos largou anos à frente a caminho do 2 !
Desde a bola, chinchada ao alheio, incursões tribais pelo Pão e espaços de comércio local, introdução ao motardismo de adolescente, conversa de marcha atrás no inicio da arte da sedução .... tantos são os temas a pedir post ....
A ver vamos ... no que dá !

Bafatá

new poster ... on the blog!





Espero estar à altura desta resma de grandes blogueiros olivalenses ! Não é fácil, mas quem disse que era fácil sobreviver à infância naquele nosso mundo de mil microculturas? Do Tó & Cheira Mal, passando pelo Maracangalha, Brisa do Tejo, Ferrador, Piscina e Meninos de Vivendas ? E no entanto aqui estou ...
Junto três fotos que comprovam que andei de fraldas, que estudei no D. Dinis ( att à lapela ) e que fui à tropa preparar-me para este dia !!!

Olá pessoal !

Bafatá

Teles


O Teles bem acompanhado!

(Olivais, 1985)
Fui eu que tirei essa parvoíce, já que ninguém ma explicou.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Que parvoíce é esta da "Loção Capilar do não sei quantos"?

Pierrot





Naquele dia de entrudo, lembro bem

Um intrigante Pierrot, da cor do céu

Um ramo de violetas, pequeninas

Á linda morta atirou, como um adeus


Passa triste o funeral, é duma virgem

Mas ao povo que lhe importa, aquele enterro

Que a morte lhe passa á porta, só por ele

Em dia de carnaval, e de vertigem


Abaixo a máscara gritei, com energia

Quem és tu grossseiro que ousas, profanar

Perturbar a paz das lousas, tumulares

E o Pierrot disse não sei, que não sabia


Sei apenas que a adorei, um certo dia

Num amor todo grilhetas, assassinas

Se não vim de vestes pretas, em ruínas

Visto de negro o coração, e resoluto


Atirou sobre o caixão, como um tributo

Um ramo de violetas, pequeninas

Atirou sobre o caixão, como um tributo

Um ramo de violetas, pequeninas

terça-feira, 4 de setembro de 2007

bob n' keef n' woody


©Ken Regan
.
Heróis e heroínas
futuros pré-destinados
ter que levar
com os mais pesados
...
já lá dizia o velho brozálho!

Live Aid, 1985.

domingo, 2 de setembro de 2007



Abaixo lembrada e gabada uma determinada voz rouca, dita unica la no bairro, aqui fica memoria de respectivo alter ego: Patti Labelle, verdadeira heroina do Live Aid.

sábado, 1 de setembro de 2007

(pois transcrevi eu isto, aqui cheguei para ver a entrada - em grande - de Timor. Ainda sim, deixo.)



Chinese Café / Unchained Melody

Caught in the middle
Carol, we’re middle class
We’re middle aged
We were wild in the old days
Birth of rock ‘n’ roll days
Now your kids are coming up straight
And my child’s a stranger
I bore her
But I could not raise her
Nothing lasts for long
Nothing lasts for long
Nothing lasts for long
Down at the Chinese Café
We’d be dreaming on our dimes
We’d be playing –
“Oh my love, my darling”
One more time

Uranium money
Is booming in the old home town now
Putting up sleek concrete
Tearing the old marks down
Paving over brave little parks
Ripping off Indian land again
How long-how long
Short-sighted businessmen
Ah, nothing lasts for long
Nothing lasts for long
Nothing lasts for long
Down at the Chinese Café
We’d be dreaming on our dimes
We’d be playing –
“You give your love so sweetly”
One more time

Christmas is sparkling
Out on Carol’s lawn
This girl of my childhood games
Has kids nearly grown and gone
Grown so fast
Like the turn of a page
We look like our mothers did now
When we were those kids’s age
Nothing lasts for long
Down at the Chinese Café
We’d be dreaming on our dimes
We’d be playing –
“Oh my love, my darling
I’ve hungered for your touch
A long lonely time
And time goes by so slowly
And time can do so much
Are you still mine?
I need your love
I need your love
God speed your love to me”
(Time goes – where does the time go –
I wonder where the time goes …)

(1982, Joni Mitchell)

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Cancioneiro alentejano

Se Baleisão fosse meu
Como eu tinha na vontade
Fazia de Beja aldeia
De Baleisão, cidade

Ó Baleisão, Baleisão,
Ó terra baleisoeira,
Eu hei-de ir pra lá morar,
Queira o teu pai ou não queira!
Queira o teu pai ou não queira,
Queira a tua mãe ou não,
Ó terra baleisoeira,
Ó Baleisão, Baleisão!

Em terra de Baleisão,
Morreu uma camponesa.
Só por querer ganhar o pão,
Para os filhos, que tristeza!

Ó Baleisão, Baleisão,
Ó terra baleisoeira,
Etc...

"Rosita", uns anos antes