Plano dos Olivais Sul
Lisboa 1959
GTH: José Rafael Botelho e Carlos Duarte
"(...) surge na sequência da zona norte como uma operação mais vasta destinada a 186 hectares e a uma população de quarenta mil habitantes, igualmente promovida pelo Município. Para o efeito foi criado o Gabinete Técnico de Habitação (GTH), onde José Rafael Botelho, depois com a colaboração de Carlos Duarte, desenvolveu um plano na linha das experiências inglesas das new-towns, organizando o espaço em unidades de vizinhança e valorizando o espaço livre verde. Foi dada grande autonomia aos autores encarregues dos projectos de arquitectura, de resultou um verdadeiro laboratório de experiências, tipológica e urbanística, e um qualificado reservatório de soluções no domínio da habitação social. De um modo geral ensaiavam-se novidades programáticas centradas em engenhosas propostas de habitar, ajustando as casas aos gestos e costumes, no quadro das áreas mínimas e dos limites orçamentais da construção social. (...) os arquitectos apostaram na recriação de imagens tradicionais de sociabilidade ou vizinhança, assim valorizando os espaços comuns das áreas residenciais.
(...)"
Lisboa 1959
GTH: José Rafael Botelho e Carlos Duarte
"(...) surge na sequência da zona norte como uma operação mais vasta destinada a 186 hectares e a uma população de quarenta mil habitantes, igualmente promovida pelo Município. Para o efeito foi criado o Gabinete Técnico de Habitação (GTH), onde José Rafael Botelho, depois com a colaboração de Carlos Duarte, desenvolveu um plano na linha das experiências inglesas das new-towns, organizando o espaço em unidades de vizinhança e valorizando o espaço livre verde. Foi dada grande autonomia aos autores encarregues dos projectos de arquitectura, de resultou um verdadeiro laboratório de experiências, tipológica e urbanística, e um qualificado reservatório de soluções no domínio da habitação social. De um modo geral ensaiavam-se novidades programáticas centradas em engenhosas propostas de habitar, ajustando as casas aos gestos e costumes, no quadro das áreas mínimas e dos limites orçamentais da construção social. (...) os arquitectos apostaram na recriação de imagens tradicionais de sociabilidade ou vizinhança, assim valorizando os espaços comuns das áreas residenciais.
(...)"
in " Arquitectura do Século XX: Portugal", 1998