sexta-feira, 28 de março de 2008

Nomes...

Já agora, desculpem-me a ousadia... fui convidado para o blçogue há 3 meses, estou a escrever o terceiro post... devia ser expulso imediatamente!!!
E agora atrevo-me a escrever um por cima do outro...

Mas esta conversa das namoradas nos Viveiros, deixou-me aqui em pulgas...
Apeteceu-me lançar um desafio... sabe-se lá quem é que aqui pode vir ler.
Posso lembrar uns nomes, umas figuras?

A Maria José! lembras-te? Moravas em Moscavide, naquele prédio alto em frente ao campo do Olivais e Moscavide, onde estacionava o 10 e outros mais, de dois andares.
Estava tão loucamente apaixonado que te ia levar a casa no final das aulas, só para ir sentado contigo...
Deixavas-me dar-te um beijo, muito fugidio...

Eras tramada.
Fazias de forma genial aquele jogo da atracção, dando pontapés de coice quando me aproximava.

Tinhamos 13 anos.
Quantos homens maltrataste pela vida fora como fizeste comigo???
Desculpa, claro que te modificaste, eu apenas fui uma cobaia.


E tu Sílvia, sabes, ainda tenho fotografias tuas.
De uma excursão a Sesimbra, lembras-te? Usavas umas calças de bombasine brancas, uma blusa azul escuro. Sempre com aquele lindo sorriso!
Todos gostavam de ti... eu incluído!
Eu mudei de casa... nunca mais te vi!

E tu Alexandra? Eras uma ginasta como nunca vi!
Tinhas um corpo fenomenal, mas ninguém se aproximava de ti. Eras de gelo! Algo inatingível, a melhor aluna, a mais gira, a que tinha o corpo mais perfeito, mais sensual, a melhor em tudo... mas acho que nunca consegui falar contigo mais de um minuto seguido! Fugias de tudo e de todos? Que é feito de ti rapariga?

E Aquele borracho, linda, linda. Não me lembro do teu nome. Eras mais velha uns dois anos, ou 3... até te davas bem com a minha irmã. Moravas naqueles prédios brancos que estão hoje em frente ao Olivais Shopping...
Eu sonhava contigo! Via-te ao longe e sonhava, sonhava... olhavas para mim como quem olha para um puto... e eu era um puto mesmo...


E a prima do Paulo? O Paulo morava em Moscavide velho. Por trás do campo do Olivais e Moscavide. Nuns prédios. Tinha um Toyotta azul, e uma quinta lá para os lados de Mafra, acho!
Fui um dia com ele a um aniversário da família, e uma prima embeiçou para o meu lado. Apesar de gordinha era muito bonita, carinhosa e sabia de cor as letras das músicas que eu também cantarolava... deu-se uma química.
Um dia que nunca mais esqueci, nem sei o nome dela...


E a Mena?
Que doida. Namorava com um tipo mais velho, que trabalhava nas obras, e meteu na cabeça que haveria de namorar comigo! Naquela idade, quando uma rapariga quer, consegue!
Eras uma braza... lembras-te quando fomos para a Costa e fizemos nudismo e apareceu o Guarda do MAr e levou-nos a roupa!
Tivemos que mendigar...



Enfim... uns nomes...

quinta-feira, 27 de março de 2008

Tardes dos «Viveiros»

Por momentos, João Belo, transportaste-me para dois momentos, distintos. Coisas da mente, que vai buscar aquilo que queremos mas também aquilo que não esperamos.

1º Momento: A primeira namorada a sério!
O fim do 9º ano.
Acaba o ano escolar. É o último dia de aulas.
Andámos o ano todo naquele jogo de insinuações. Mas nunca deixavamos de ser apenas bons amigos. Sempre soubemos que era mais que isso! mas continuavamos naquele jogo!
Aquele delicioso jogo, em que nos afastamos e sabemos que ela vem atrás, e quando ela finge que não nos vê, nós estamos sempre atentos a ver tudo, e quando há qualquer coisa, estamos sempre ali, ao lado...

Foi um jogo delicioso. mas o ano acabou!
Acabámos o 9º ano. E eu, por decisão familiar, vou ter de deixar a escola. Vou viver para a Caparica.
Estamos nas despedidas e declaramo-nos. Choramos. Mas porquê? Porquê? Porque razão não aproveitamos todo o ano? porque fingimos que éramos só amigos? Ambos sabíamos!

Um drama... em que o calor ardente de junho, o efeito das multiplas cervejas acumuladas na relva inclinada, o desespero da separação, as lágrimas, os beijos desesperados como se fossem os últimos (e foram mesmo!!! essa é que é essa!!!)... Foi uma tarde dos «Viveiros»...
A última tarde dos viveiros!


2º momento.
Por acaso acho que não foi de tarde, mas de manhã!
E veio-me à cabeça por causa dessa tonteria que ganhou dimensão de caso nacional, de uma miuda histérica a recuperar um telemovel da professora em plena sala de aulas.

Ora, digam-me lá vocês? nenhum de vós esteve numa sala de aulas com cenas parecidas???
É verdade que não havia telemóveis. Eu sei... Mas havia a mesma bagunça!

Um dia, tinha uma professora que era doida, dava uma aula estranha... já nem me lembro bem, no 9º ano, acho que era Economia & Contabilidade... uma coisa assim!
Ora, a mulher não batia bem da cabeça!
Entrava na sala, e falava, falava, sem olhar para nós.
Metia o olhar no infinito, e debitava cassetes... falava, falava, falava...

Ora, era o gozo total!
Aquilo parecia um robôt! Se houvesse muito barulho ela levantava mais a voz, se não houvesse barulho, falava baixinho!

Um dia... estava tudo doido... era Primavera, o Sol entrava pelas janelas... a miudagem, toda apaixonada... cada um a querer impressionar o próximo... e era a palhaçada total!
A prof. de olhos vidrados no infinito já nem se ouve a si própria... e desmaia. Cai no chão, parecia uma pedra!

Assustámo-nos abrimos a porta a chamar uma administrativa... e lá foi ela levada em braços para uma ambulância!

Ninguém lhe tocou. A mulher caiu pró chão sozinha... mas acham que alguém nos perguntou o que se passou???? Nada!

Agora de repente está tudo escandalizado com uma miuda desesperada para obter o seu telemóvel!

Não é desejáve que aconteça, e deve ser penalizado quem se comporta assim... mas de repente parece que todo o mundo perdeu a memória! Já não se lembram?

Olhem... eu lembrei-me! As manhãs dos Viveiros...

quarta-feira, 26 de março de 2008

Tardes dos Viveiros: o dia 28 de Março de 1978


Se pudesse, quero dizer, se soubesse, escreveria um texto para colorir. Diria apenas: Tardes dos Viveiros. Diria, são 16:52. Fechem os olhos. Imaginem-se lá, nas tardes dos Viveiros. Algumas daquelas horas encostadas à parede do corredor entre pavilhões foram vossas. Abram os olhos para dentro. Abram os olhos para dentro, para essa imensidão que é o tempo todo da nossa vida. Imaginemos o espaço. Um corredor largo, principal, por baixo de um telheiro (o que para alguns irá certamente fazer acudir a memória do abrigo durante uma forte chuvada, da forma como tudo se alagava). Também um pátio. Um pátio que era uma montra com o seu banco de cimento corrido, ladeando todo o corredor. Nesse pátio jogava-se à bola. Ou faziam-se rodas de conversa (de certeza de que alguém se está a lembrar das rodas de conversa. Do tempo que ficávamos nestes circulos que eram os nossos grupos). Ou ao pé das motas, no muro cá debaixo. Ou à porta dos cafés. Na pastelaria. São as nossas horas que estão lá. Não sei como é que estávamos vestidos. Muitas modas dentro de um curtíssimo período de tempo, era assim. São 16:58, do dia 26 de Março de 2008. Vamos recuar trinta anos nos nossos relógios, ao dia 26 de Março de 1978. São 16:58, faltam dois minutos para o intervalo. De certeza que este dia existiu, sabemos isso do passado, esteve lá. Há-de ter havido um dia 26 no mês de Março de 1978. Timor, Bolama, Fulacunda, Lobita, Lobito, Vila Pery, Draivimpe, eu sei que pelo menos vocês estiveram lá. Eu vi-vos lá. Eu também lá estava. Peguem na caneta, quer dizer, neste polígrafo digital que abre as portas para este bairro virtual (e para além de todos os outros marcadores que queiram colocar, vamos uni-los por mais um marcador comum, Tardes dos Viveiros).
[E a Rapariga que Veio da Província, o Maracangalha, o Rua 2, o Bengas, o Beira, o Xai Xai, o Moçâmedes, a Inhambane e o Lourenço Marques, este desafio também é para vocês. Escrevam sobre esse vosso dia de 26 de Março de 1978, com ou sem Viveiros por perto.]

então e agora ...

... que aparentemente já escarafunchámos todas as memórias e foram devidamente coumpridas as festas memorialistas, pode-se pôr um enquetezinho?

segunda-feira, 24 de março de 2008

Velhos


Há coisas tramadas na memória de um amnésico. Há, como disse o Beira há muito tempo a propósito de um amigo, coisas de que nos lembramos e outras que não conseguimos esquecer. Nestes tempos em que da escola tanto se fala, do que fomos, do que queríamos ser, da forma como hoje nos retratamos, aquele velhos do Bolama atirou-me para um fim de tarde nos Viveiros que nunca irei esquecer. O dia em que o Fernando Namora foi à escola falar da sua obra.

É um momento menos simpático, menos lustroso, do qual me envergonhei profundamente pelos anos que se seguiram. Eu não era aquilo que se pode dizer, um beto, ou um facho ou um anticomunista primário. Era um sonhador, como sempre fui. Vinha cá abaixo ao mundo para receber a semanada e ir comprar tabaco ao meu pai e pouco mais. Mas não era um beto a sério. Ao meu irmão lá conseguia de quando em vez vestir as calças de fazenda, os sapatos italianos, os pullovers de marca, e lá ía todo pimpolho fazer de beto para os intervalos das tardes dos Viveiros. E era um bocado do tipo de ir atrás dos outros. Numa dessas tardes um dos meus amigos de ocasião convenceu-me a ir fazer estrilho para um debate que os comunas tinham organizado. Era uma apresentação de um grande escritor, Fernando Namora. Só me lembro, ou melhor, só nunca mais me consegui esquecer, de ter passado uns largos minutos a rir, a chamar macaco, comuna e careca ao Fernando Namora. O episódio passou, eu enterrei-o para o meu canto escuro da memória. Também passaram todos os modismos de que me fui fazendo. Anos mais tarde, estava a ler "O Jornal" e dou de caras com uma crónica de Fernando Namora, intitulada, Os Velhos. Li-a e reli-a sem conseguir deixar de ver aquele homem sentado a uma mesa de sala de aula dos Viveiros a ouvir dois ou três putos estúpidos a chamarem-lhe os piores nomes possíveis. E admirei-lhe a sua coragem, a sua humildade. A partir dessa altura li-lhe a obra toda. E escrevi-lhe umas cinco ou seis cartas, a dizer-lhe quem era e o que lhe tinha feito e a pedir-lhe desculpa. Rasguei-as todas. Porque compreendi que eu não era ninguém, que para o grande escritor aquele episódio não tinha deixado nenhuma marca e que só a mim, só a mim me marcara.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Para além da escuridão...

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Da pista de dança só sombras...
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[fotos de joão belo]
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(até parecia a gruta do venâncio a bombar outra vez!)

Para além do humor

Algumas, péssimas, fotografias mostram o peso nas caras de velhos amigos e conhecidos. Imagens que já não servem para o sorridente esconjuro do "estamos velhos!". Pois o estamos, e já - e desconto o peso do inverno do norte, agora a marcar nos rictos masculinos, esses desprovidos dos empacotamentos que as nossas belas companheiras de jornada sempre alinham. Estamos já, dizia, velhos. Felicidade de nessa velhice haver espírito, até jovem ainda, de juntar e festejar, felicitar a vida, rememorar o termos sido num longínquo dia do mesmo sítio e apesar de tudo ainda o sermos um pouco. Também por isso, para além do prazer quase diário, é fantástico o Olivesaria - este não termos problemas com o hipotético ridículo do carinho memorialista (não é assim minha querida Timor?), de o deixarmos fluir, de o podermos utilizar - mesmo nós, os da distância - para congregarmos e sermos alegres e até felizes, um momento hoje como ontem, mas acima de mais hoje mesmo.
Sem malevolências, mas também sem humor ou ironias, também por isso o meu lamento pela pobreza das imagens - porque faziam parte. Não para o blog! Por causa, também por causa, do blog! É um lamento não uma "boca".
bolama

Finalmente a festa da fábrica

O resto da reportagem fotográfica foi o que se salvou do computador do Bengas, daí o mau estado das fotos. É claro que há alguns cromos para quem isso é uma boa desculpa, mas adiante, é a vida.
Começamos pela zona do bar, onde se aviavam cervejas e liquidos tão etílicos que se evaporavam a meio caminho, entre o copo e a goela e depois, a horas tantas, se compensou o desgaste com uma sopa das boas, mas mesmo boas, assim como às de ermesinde.




Da pista de dança só sombras. Era movimento a mais para a pobre máquina. Aqueles corpos parecia que tinham saído de um armário e reencarnado o gingar bailarino que nunca se perde, muito dele cultivado nas hortas e nas garagens do Olival. A polaroid ficou translúcida ao ver os risos, as voltas, o agitar dos passos naquela garagem decorada com motivos ruprestes.


À porta os negócios, o diz lá isso outra vez, o falar ao ouvido,
e as conversas de roda. Era a festa da fábrica, os operários, o cigano, o sindicalista caprichoso na semiótica da sua farpela. Agora só falta mesmo o enq... quer dizer, ok, ok, não se fala mais nisso.






quarta-feira, 19 de março de 2008

João Belo, apetecia-me algo

Mete lá o resto das fotos da festa ou haverá que dar razão ao (filho do) Bonanza e aos seus ponderosos argumentos.

terça-feira, 18 de março de 2008


Mais inquéritos não!
Foi óptimo ter estado aí convosco - obrigado pelo convite. Da próxima vez irei com a família. Boa diversão. Também gostei bastante do barbecue. E a menina dos carimbos, uma simpatia. Hei-de a convidar para um passeio na Ponderosa



Gostei imenso da iniciativa "A Festa da Fábrica", diverti-me bastante, gente simpática e ainda jovem, bom ambiente. Voltarei.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Fula, apetecia-me algo

Há uma semana e tal que me sentia outro por dentro. Pensei que era desta espécie de primavera. O sol de Março a rebentar. Mas depois veio aquele céu farrusco e eu continuei a sentir-me inexplicavelmente feliz. Não sei se já vos aconteceu. Eu sei que com a tristeza é frequente. Um tipo acorda e sente uma espécie de azia no espírito, não sabe de onde vem (nem para onde vai) a amargura. Agora com a alegria não. Com ela é raro um tipo deitar-se a adivinhar de onde ela vem. Venha de onde vier é bem vinda. E que fique, que assente arraiais, monte tenda. Alegria, alegria. Nunca é demais. Venha com razão ou sem ela. Aliás, nem precisa delas. Foi por isso que estranhei esta necessidade de algo mais na vida do olival. Só hoje, ao desfraldar a página desta Olivesaria a encontrei nua, despida. Faltava-lhe, algo, Fula.

nos escombros de uma festa



Encerradas as festividades cumpre agora agradecer a amável presença de todos aqueles que, apesar dos problemas geriátricos que certamente os afligem, não quiseram ainda assim privar-nos da sua presença naquela arena de amizades. A ribalta iluminou-se. A festa cumpriu-se. Nós amigos continuamos, sempre. (... agora um breve momento para enxugar a lágrima, antes de prosseguir).

Por nos termos tido por testemunhas, e porque as coisas qu’importam são para se clamar bem alto, queríamos ainda enaltecer a simpatia que ainda ostentam os encanecidos amigos (mesmo aqueles que continuam com um feitio impossível de aturar mas que ainda assim o sabem manifestar com algum charme) e o resplendor de beleza que vai cintilando cada vez mais incandescente em redor das nossas mulheres e amigas.

Posto isto, e em jeito de rescaldo, pretende-se ainda anunciar-vos que o último balanço das matérias-primas dava os seguintes itens para abate:

• 120 garrafas de cerveja
• 9 garrafas de vodka
• 2 de gin
• 7 de wisky
• 3 de vinho tinto
• 6 lt sopa
• 16 garrafas de água
• 6 lt de sumo de laranja
• 4 de sumo de limão
• e 4 lt de água de castelo

Registe-se portanto um consumo comedido, de todo abusado, o qual permitiu confortar um sóbrio grupo de cerca de 70 cidadãos. A lamentar talvez, e porque nada mais haverá a apontar, o despropósito do elevado consumo de águas e sumos, pois que para o mesmo não se alcança justificação que o promova e o vodka circulante não era assim tanto.

Endossado ainda nesta parte dos salamaleques lanço-os agora, assim os estendendo em efusivos agradecimentos, até à insigne empresa italiana de catering e organização de festas: Picci & Picci, pelo profissionalismo, simpatia e empenho com que se dedicaram ao evento. Sim, que não basta servir, é preciso que haja trato, e esse, assim vestido cortês, só alguns o sabem ter.

Por último, e num registo mais privado de que ouso aqui lançar abuso, queria endereçar as minhas derradeiras palavras a um destinatário especial: o senhor do casaco de veludo cotelê !!! Caro senhor, as minhas humildes desculpas pelo entorno. Bem sei que não vale a pena agora chorar sobre o vinho derramado, perdão, sobre o leite, queria dizer o leite derramado, mas não posso deixar de lamentar a minha má sorte assim a manchar uma tão bela noite, oops, um tão belo casaco, que sim, foi disso, desse seu que se tratou a mancha, ainda que prontamente sacudida e aplanada por mim.

Ah, e por falar em desastres, o Bengas pergunta se alguém lhe saberá indicar uma boa casa de informática, dessas que saibam tirar cerveja de dentro de portáteis.


Via sms o Casal Manafá pediu-me para aqui referir o seu lamento por não ter podido estar presente na festa olivalense, como era seu arreigado propósito. Foi-lhes impossível encontrar uma baby-sitter para o sábado passado - a habitual adoeceu à última hora. Em particular o caro Manafá salienta a sua tristeza por não ter podido agradecer pessoalmente ao distinto João Belo a simpática homenagem que este aqui lhe prestou, até excessiva segundo ele próprio refere. Os Manafás prometem estar presentes na próxima iniciativa festiva do Olivesaria.

Bem hajam, caros Manafás.