terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

As palavras funcionam mal sózinhas...

mas aqui ficam as minhas:


Alguém
Amigo
Amiga
Sorrir
Olhar
Verdadeiro
Sol
Mar
Horizonte
Montanha
Compreender
Aceitar


Proponho, num futuro próximo, repetir este exercício mas com duas palavras. Podemos usar um "de" ou um "com" ou um "e", etc.
Vai dar uma grande trabalheira.

top twelve then ....

... e porque me mandaram alivanhar as doze mais queridas ou ditas palavras :

miguel - filhos - francisco- benfas - livros - amigos - glorioso - pertencer - bee - necas - licas & ............. f ........-se !!!!

Inhambane (Moçambique)


© google_maps...(clicar para ampliar)


...
(sempre tive a curiosidade de saber qual seria o aspecto visual das terras que deram os nomes às ruas do nosso bairro)

Há quem o mate por querer... Sem lhe tirar nunca a vida...Pobre é todo o que o perder... E tem mais que uma medida...

Este barco é escaganifobético, o raio do osibisa não acerta com as oscilações, sempre a atrasar, deve ser por estar assente em rubis, o clepsidra com água não vai lá, adianta-se, tenho de o acertar com vinho, o sacana do cuco cada vez que cuca bate com a cuca na madeira, devia ser menos rápido para dar tempo à portinhola abrir, o sol não funciona porque está a chover…
azeitonas ao mar, oh Olivesaria!
Ah! E opíparo

Aqui vou eu!

  • Frio (lá fora)
  • Luz
  • Conforto
  • Agasalho
  • Ninho
  • Filhos
  • Amigos
  • Gargalhadas
  • Descanso
  • Descontracção
  • Prazer
  • Conversas

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Top12

Amizade
Atravessadela (dois em um...)
Cumplicidade
Glorioso
João
Leitão
Lisboa
Maria
Olivais
Porsche
Tejo
Tinto

© pedro morais

noite
julho
junqueira
amante
eléctrico
ecoline
caneta
lisboa
postal
avenida
arrábida
luz

(agradeço o convite, jpt. bem gostaria de saber as 12 palavas do joão belo, do fulacunda, da timor, do beira, do xai-xai e do benguela)

domingo, 17 de fevereiro de 2008


© gino

Palavras Preferidas

O jpt, do simpático ma-schamba (o qual presumo ser um olivalense de gema) lançou-me,e a vários outros, o desafio de escolher 12 palavras. São elas: Bolama; "Rua"; Ferrador; vinte-e-um; Viveiros; brunhol; resfumenga;sanjo; cave; Pão de Açúcar; chavalo; maracangalha.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Nomes ainda disponíveis


(sempre tive a curiosidade de saber qual seria o aspecto visual das terras que deram os nomes às ruas do nosso bairro)

Timor


© google_maps...(clicar para ampliar)




...
(sempre tive a curiosidade de saber qual seria o aspecto visual das terras que deram os nomes às ruas do nosso bairro)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Vila Pery (Moçambique)



© google_maps...(clicar para ampliar)



Vila Pery passou a chamar-se Chimoio.
...
(sempre tive a curiosidade de saber qual seria o aspecto visual das localidades que deram os nomes às ruas do nosso bairro)

serviço público

Terá sido talvez há mais de 4 anos que descobri os blog’s, então chegado na esteira de saborosas palavras amigas. Depois, quase acidentalmente, acabei por criar um, e isso fez com que me tivesse aproximado mais da escrita e dos autores que na altura proliferavam por esta blogosfera. Fui dessas visitas coleccionando alguns sítios pelos quais passei a investir nas minhas voltas matinais, e ao lado do primeiro fui juntando aos poucos uma dúzia de blogs que faziam então parte das minhas preferências. Os blogs são efémeros, e parte terá já desaparecido, mas felizmente nem todos, e continuo a poder manter acérrimas visitas ao primeiro blog que visitei, e a este outro: A memória inventada, (ali na coluna da esquerda, também). É notória a qualidade da escrita do Vasco Barreto, mas foi principalmente uma rubrica que o mesmo alimentou em tempos no seu blog, associada a uma narrativa futebolística das suas memórias de miúdo - e sob a qual escreveu exactamente 100 post’s - que me levou quase alienado nas viagens pelos Olivais do nosso tempo, razão essa porque aqui o destaco.

Rapaziada (as meninas que me desculpem, mas o tema futebolístico quase me obriga a este tom exclamativo), recomendo vivamente que beberiquem estas histórias da “a bola no olival”. E permitam-me dois conselhos: mergulhem naquilo de baixo para cima para lhe seguirem a ordem cronológica (se bem que, e apesar de alguma sequência narrativa, esta até nem será muito importante) mas, sobretudo, folheiem-no como um livro, vagarosamente.

Vá, tudo aí alinhadinho com a antena


dublin, 2006

À boa cabeça nunca faltam chapéus.