Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

A sopinha estava mais que maravilhosa


































(reparem na 2ª foto, o pavão que está em pé encostado ao poço a martelar a loiraça... calção justinho, meia branca e sapatinho como manda a lei...)

A sopinha estava muito boa...


Olh'ó Belo!





Quarta-feira, 21 de Maio de 2008


© pedro morais


para o joão belo

árvores da mesma família em terras de vinhedos e de poetas.
parabéns!






Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Orvalho não enche poço.


Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Um alentejano cavando no Alentejo




Sábado, 17 de Maio de 2008

Não há cá pão pa malucos










post 648


oliveiras em flor


Quinta-feira, 15 de Maio de 2008


nesta revista participam, entre outros:
André Lemos
Diniz Conefrey
Filipe Abranches
José Abrantes
José Carlos Fernandes
Pedro Leitão
Pedro Morais / Cláudia Santos Silva
Pedro Nora / Jessica Khane
Roberto Gomes / José Carlos Fernandes
Susa Monteiro

Os Pesados (versão ilustrada)

Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Os Pesados

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Nas artérias desta cidade
o homem dos ferrinhos trabalha,
suando pingos de limão,
panfleto, êmbolo, combustão.

Heróis e heroínas,
futuros pré-destinados
ter que levar
com os mais pesados

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(texto de Brozalho, feito em 1984, sobre um certo tipo de pessoas que circulavam pelo bairro)
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Ilustração ao post de cima






Terça-feira, 13 de Maio de 2008

O meu primeiro computador

Tinha 15 dias quando o levei a passear à rua pela primeira vez, a pedido, foi até casa amiga ali para os lados da Alameda… e ali está ele instalado, posando para a posteridade momentos antes de o confiar… à sua sorte!

Migas com carne do alguidar

Lombo, entrecosto e toucinho (de porco alentejano)
Banha (igualmente do bicho acima referido)
Dentes de alho
Vinho branco
Massa de pimentão
Pão (de preferência com alguns dias)
Sal

Corta-se o lombo aos cubos grandes, o toucinho em falcas e o entrecosto aos bocados. Faz-se um piso de alho a que se adiciona a massa de pimentão, o sal grosso e a golada de vinho branco. Envolve-se muito bem a carne com esta massa e deixa-se a tomar gosto pelo menos durante um dia dentro de um alguidar. Processo este semelhante ao temperar e maturar da carne para os enchidos, daí o nome de carne do alguidar.

Numa frigideira, na qual previamente se deitou uma colher de banha, fritam-se as carnes juntamente o restos da massa em lume brando. Depois de fatiar o pão, acama-se em recipiente à parte, vertendo-lhe por cima água quente de forma a ensopá-lo. Abafa-se um pouco.

Num tacho, de preferência de barro, deita-se o pingo coado da fritura da carne e o pão húmido. No lume igualmente brando, com uma colher de pau, vão-se batendo e enrolando as migas. Estas vão paulatinamente secando até ficarem em bola.

Serve-se numa travessa com as migas ao centro e a carne frita disposta em redor. Pode-se acompanhar e enfeitar com azeitonas, rabanetes ou rodelas de rábano.