sábado, 9 de fevereiro de 2008

João Belo (Moçambique)


© google_maps...(clicar para ampliar)



A cidade de João Belo passou a chamar-se Xai-Xai, como a praia que dista alguns quilómetros.



(sempre tive a curiosidade de saber qual seria o aspecto visual das localidades que deram os nomes às ruas do nosso bairro)

Xai-Xai (Moçambique)


© google_maps...(clicar para ampliar)



A praia do Xai-Xai continua a chamar-se Xai-Xai.
(mas o Hotel Xai-Xai está na praia Sepúlveda)

(sempre tive a curiosidade de saber qual seria o aspecto visual das localidades que deram os nomes às ruas do nosso bairro)

Cidade João Belo (Moçambique)

(sempre tive a curiosidade de saber qual seria o aspecto visual das localidades que deram os nomes às ruas do nosso bairro)


Cidade João Belo agora chama-se Xai Xai


Xai-Xai é a capital da província de Gaza que é conhecida como o celeiro do país, onde se cultiva principalmente arroz no vale do rio Limpopo. É também uma importante origem de produtos como a banana, algodão e milho. Banhada a leste pelo Oceano Índico, esta Província é conhecida também pelas suas praias.

in "http://www.sergiosakall.com.br/africano/materia_mocambique.html#gaza"









































Estão convidados para um passeio pela "nossa" praia.
Um de cada vez, claro! Para não prejudicar o sossego.

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E a popularidade do Xai Xai é tal que já originou um:

GRUPO DE AMIGOS DO XAI XAI

Fulacunda (Guiné)



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(sempre tive a curiosidade de saber qual seria o aspecto visual das localidades que deram os nomes às ruas do nosso bairro)

Só mapas porque não encontrei fotografias.
:-(

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Mocâmedes (Angola)


© google_maps...(clicar para ampliar)



© 2001, jorge cruz

Mocâmedes agora chama-se Namibe.

(sempre tive a curiosidade de saber qual seria o aspecto visual das localidades que deram os nomes às ruas do nosso bairro)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

domingo, 10 fev ... 15 horas ....



... na Fábrica de Braço de Prata, sala Eduardo Prado Coelho !

Vão estar a Helena Reis, autora do livro, o Zé Pedro dos Xutos, o biografado e .... todos os que acharem onda a uma Tertúlia onde se fala de escrita, rockares, e outros ' desbravares ' de caminhos ! E, mesmo com um salto pela fronteira .. a Helena e o Zé Pedro são Oliveiras como nós !!!

Bute então ????

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Dantes era assim...

Nem princesas nem power-rangers (ou qualquer outra pirosa ou outro feioso) ...
O cenário: O Colégio dos Olivais!!!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Unhas

Para dar cor às unhas, lavá-las com sabão e depois esfregar com uma mistura de cinábrio e esmeril em pó. Untar as unhas com óleo de amêndoas amargas. Com este tratamento, passado algum tempo, as unhas adquirem brilho e transparência.
- Lavar as unhas com água de marroio-branco e esfregar com pó de Chipre.



terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O bairro do arco-íris

"As casas habitam-se. Com resguardo soalheiro ou batidas pela chuva, as casas vivem-se, uma a uma, no seu abrigo ou incomodidade. Quando mais do que uma se reunem em seu nome chamamo-las de bairro. Os bairros são assim casas que responderam ao apelo do poeta."






A discussão sobre o bairro que cada um de nós tem na cabeça parece que caiu num impasse. Não tem um sentido único, este impasse. Para mim ele resulta de um entroncamento de razões. Talvez com perda de prioridade para a mais importante, a que mantém a fogueira acesa. É talvez altura de olharmos para dentro deste blogue e tentarmos, em conjunto, perceber o que se passa quando aqui comunicamos. Porque se este espaço não servir para criar opinião, opinião partilhada, serve para quê?


Nós temos um problema terrível quando discutimos: somos filhos da dialéctica, da guerra fria, da oposição entre contrários. Julgamos, porque assim nos ensinaram, porque assim nos adestraram, que uma discussão visa o convencimento de um através do outro. A razão é assim uma bola que pingue, vai daqui para aí, pongue, vem daí para aqui. Ora hoje duvido que essa metodologia sirva para mais do que entretenimento, mostra de habilidades retóricas ou consolidação do grupo em hostes. Até porque ela nega duas evidências que vamos descobrindo com a experiência: duas pessoas podem sobre o mesmo assunto ter razão, e ao mesmo tempo, não é por uma pessoa estar a discutir comigo e se vir a descobrir que eu não tenho razão, que ela passa a ter razão. Hoje acredito que a discussão, mesmo mantendo grande dinâmica lúdica, é um trabalho entre dois, entre mais, entre pares, em que estes vão superando os juízos provisórios de que são portadores, construindo em comum evidências, provisórias sempre. Por exemplo, nunca seria capaz de tentar convencer o Bolama da justeza das minhas ideias porque não acho as minhas ideias justas. Nem mesmo que ele achasse as dele o suprasumo da batata. Um dos problemas maiores da dialética é que a partir do momento em que um começa o jogo parece que é impossível sair dele - ou que só é possível sair dele por mimetismo - senão por cansaço ou derrota. O mais engraçado de tudo isto é que sendo o pensamento um requintado exercício amoroso com um espaço, com uma comunidade, com uma história, o tornamos numa demonstração de violência.
Por isso ainda acredito que esta discussão sobre o bairro ainda pode vir a quebrar os nós que a impedem de soltar-se. Em que cada um se consiga colocar diante da sua experiência, da sua vivência. Do modo como vê as coisas. Conseguindo entretecer-se de razões mais do que travar-se delas. Até porque a maior parte das nossas razões, manda a humildade reconhecê-lo, não são verdadeiramente nossas.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Torre do Tombo








Estava eu a vêr o tratado de tordesilhas na torre do tombo, quando me deparei com um conjunto de documentos que trazem uma nova leitura sobre a História do nosso Portugal mais recente.
Se é verdade que alguns pretensos "historiadores" ou talvez mesmo astrologos do pós Abrilada, tentam desesperadamente e despodoradamente refazer a história à sua medida, estes e outros documentos que por lá vi demonstram cabalmente que urge repor a verdade.

Eu, porque obviamente não possuo as capacidades técnicas (vulgo estudos) para o efeito (não sou historiador nem astrologo, nem mesmo designer), vou limitar-me a divulgar variadissimos documentos, que espero, sejam esclarecedores do que de facto se passou nesses idos de 1987.



sábado, 26 de janeiro de 2008

do alegre memorialismo ... ao cinzento urbanismo

o que vale é que vem aí alguém dentro em breve trazer de novo a esta ribalta a verdadeira e incontornável arqueologia dos olivais

(estão a ver b.b.b. e jb., é justamente para poder mandar assim umas fisgadas aos passarinhos e depois assobiar para o lado que a mim não me apanham mais como administrador deste blog; que um gajo assim na plebe, se não gosta queixa-se e pronto)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Abaixo um belo texto, em registo estruturado. Aqui, num registo leve, um mero contributo que se quer contestário da tese implícita, ainda que concordando com o sumo exposto (contradição? não tanto):
Junho, verão a começar. Chegam as férias e, como pai separado, aboleto-me em casa dos pais com a minha filha sob o alibi de que é preciso que eles convivam, criem laços. Os dias passam, cinema ali, teatro acolá, passeio, muita brincadeira com os avós - culinária e enologia (ginginha e tudo) iniciáticas - mas faltam-lhe as crianças, que isto de ter 5 anos sempre no nosso meio também cansa. Concordo, e de manhã avançamos ao (triste, diga-se) parque infantil do Largo das Mamas.
Abundam as crianças, para aí umas 25. Escoltadas pelas mães, algumas muito credoras de me deixar eu a imaginá-las também em condições de solidão conjugal, e um batalhão de avós - eu, claro, o único homem por ali. O tempo passa, a manhã vai escorrendo, os meus jornais abandonados, convocado pela C. (aqui não se podem dizer os nomes verdadeiros ...) para brincar no entre-baloiços e escorregas, no entre-escorregas e baloiços. Está feliz, mas não esfusiante - talvez pelo silêncio entre-miúdos, muito certinhos ali, imagino, sabendo-a nada tímida nestes meios. Corre por ali descalça, enceta brincadeiras com outros mas logo regressa ao apaixonado pai.
À certa altura uma das mães, simpatia no sorriso, avança para mim: "ali ao fundo estão umas sandálias, estive a ver de quem seriam e só podem ser as da sua filha". Adivinho-lhe alguma complacência diante deste pai ali de serviço, obviamente em férias, a esforçar-se ao máximo mas com as desatenções ou descuidos em que os homens sempre são pródigos, dirá ela. Agradeço-lhe a atenção, logo olho em volta e, claro, constato, a C. é a única das crianças que ali corre e brinca descalça na borracha.
Avanço para ela, não vá a prestável mãe pensar que a ignoro. Faço-lhe uma festa na cabeça. E, claro, deixo-a descalça. No meio dos calçadinhos.
Depois, já à tarde, a C. perguntar-me-á, como quem não quer a coisa e entre outras conversas: "papi, por que é que em Portugal os meninos não brincam?"
(rio-me, sai-me um "é tudo relativo, filha" que ela não compreende - mas, felizmente, não terei que explicar, pois ela já está a fazer outra coisa - dançar com o avô? lavar os móveis? pintar tudo? criar licores com a avó? ah, descalça, claro ...)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Ecossistema comunicacional

Foi no princípio da década de noventa que, na actividade de formação em animação sócio cultural, comecei a explorar este conceito, o de ecoterritório para tentar organizar as ideias sobre as possibilidades de intervenção num determinado contexto comunitário. Associado a este, surgiu-me um outro, o de ecossistema comunicacional, que me permitia propor aos meus alunos a ideia de que o animador sócio cultural mais não era do que alguém que, munido dos seus conhecimentos técnico-cientificos e face a uma comunidade, que enquanto sistema de comunicação apresentava alguns problemas de funcionamento, iria trabalhar para tentar restaurar os elos e as ligações quebradas, potenciando, valorizando e implicando os diferentes elementos da comunidade.

Folhetim de feição epistolográfica

Black Bombaim V Boi Vermelho


Eu cá concordo mais com uns do que com outros, mas o que não quer dizer que não concorde menos com os outros do que com os uns. Há coisas em os outros que têm o meu acordo, também e naqueles com quem mais concordo estão coisas com as quais menos concordo. Rasurando daqui e dali e colando acoli, era bem capaz de arranjar uma carta com a qual concordaria na totalidade!